Em São Paulo, o tenente-coronel da Polícia Militar, Geraldo Leite Rosa Neto, está sendo investigado pela morte suspeita de sua esposa, a policial militar Gisele Alves Santana, ocorrida em fevereiro de 2026. Aqui estão os principais detalhes do caso, atualizados até março de 2026: O Incidente: Gisele Alves Santana, 32 anos, foi encontrada morta com um tiro na cabeça no apartamento onde morava com o marido na região do Brás, centro de São Paulo, no dia 18 de fevereiro de 2026. Mudança na Investigação: Inicialmente, o caso foi registrado como suicídio, mas foi alterado para morte suspeita e investigado como possível feminicídio após contradições e exames periciais. Evidências e Laudos: Laudos do Instituto de Criminalística revelaram que não foram encontrados vestígios de pólvora nas mãos de Gisele. Além disso, vestígios de sangue foram localizados no box do banheiro, onde o coronel afirmou estar tomando banho no momento do disparo. Investigação em Andamento: O corpo de Gisele foi exumado para novas perícias. Câmeras de segurança do prédio e relatos de vizinhos sobre um estampido forte, seguido de uma demora de cerca de 29 a 30 minutos para o acionamento do socorro pelo marido, estão sob análise. Afastamento: O tenente-coronel Geraldo Neto foi afastado de suas funções na Polícia Militar e pediu licença por 30 dias. Defesa: A defesa do oficial alega que ele tem colaborado com as autoridades e que, até o momento, ele não é indiciado no processo. O caso ganhou grande repercussão, com a família de Gisele contestando a versão inicial de suicídio e pedindo que o caso seja tratado como feminicídio.
Em São Paulo, o tenente-coronel da Polícia Militar, Geraldo Leite Rosa Neto, está sendo investigado pela morte suspeita de sua esposa, a policial militar Gisele Alves Santana, ocorrida em fevereiro de 2026.
Aqui estão os principais detalhes do caso, atualizados até março de 2026:
O Incidente: Gisele Alves Santana, 32 anos, foi encontrada morta com um tiro na cabeça no apartamento onde morava com o marido na região do Brás, centro de São Paulo, no dia 18 de fevereiro de 2026.
Mudança na Investigação: Inicialmente, o caso foi registrado como suicídio, mas foi alterado para morte suspeita e investigado como possível feminicídio após contradições e exames periciais.
Evidências e Laudos: Laudos do Instituto de Criminalística revelaram que não foram encontrados vestígios de pólvora nas mãos de Gisele. Além disso, vestígios de sangue foram localizados no box do banheiro, onde o coronel afirmou estar tomando banho no momento do disparo.
Investigação em Andamento: O corpo de Gisele foi exumado para novas perícias. Câmeras de segurança do prédio e relatos de vizinhos sobre um estampido forte, seguido de uma demora de cerca de 29 a 30 minutos para o acionamento do socorro pelo marido, estão sob análise.
Afastamento: O tenente-coronel Geraldo Neto foi afastado de suas funções na Polícia Militar e pediu licença por 30 dias.
Defesa: A defesa do oficial alega que ele tem colaborado com as autoridades e que, até o momento, ele não é indiciado no processo.
O caso ganhou grande repercussão, com a família de Gisele contestando a versão inicial de suicídio e pedindo que o caso seja tratado como feminicídio.