Em SP PMs fizeram invasão de domicílio ( Em um local com motos ) e fizeram ameaça de morte contra elemento perseguido e abordado Por Eles ( dentro desse local ) , Havia mais pessoas no local e a ação Dos PMs foi filmada , gravada
Em Alagoinha , A OAB acompanha o caso visto como abuso de autoridade Por Parte de PMs , PMs algemaram e prenderam advogado que foi levado , conduzido Á DP no camburão Da PM
Em Mulher com bebê no colo que deu tapa em PM , Como Resposta Do PM , Foi agredida por Ele
Nos tantos casos mais casos de PMs e Policiais Civis pegos fazendo a coisa errada , Se acontecem coisas erradas envolvendo PMs , Acontece isso também , Envolvendo Policiais Civis..
Durante uma abordagem policial , PMs se negaram á devolver o documento do cara , pra ele poder ir embora
STM torna réus 10 acusados de homofobia contra militar
Meu Ceará é terra da educação e do roubo misterioso de calcinhas
Espancamento na UFRJ expõe a intolerância de esquerda
A violência contra a mulher também está nas urnas
Vídeo leva PM a prender suspeito de estupro contra menino em praia de São Paulo
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Câmara aprova projeto que reduz tempo de trabalho militar de PMs e bombeiros para aposentadoria
MP-SP :
Esquema de agiotagem, envolvendo a concessão de empréstimos com juros abusivos, é o alvo da Operação Prazo Final, deflagrada nesta terça-feira (1º/9) pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO) do #MPSP, em conjunto com o 10º Batalhão de Ações Especiais de Polícia. São cumpridos seis mandados de prisão e dez de busca e apreensão em endereços residenciais e comerciais de Piracicaba, com o objetivo de reunir novas provas, localizar bens e valores possivelmente vinculados às atividades investigadas e resguardar a integridade física de uma das vítimas.
As apurações apontaram que, quando uma das vítimas deixou de conseguir honrar os pagamentos, a cobrança teria evoluído para ameaças de morte e, posteriormente, para o sequestro da pessoa, mantida em cativeiro. De acordo com os elementos reunidos durante a investigação, o grupo teria utilizado o sequestro como forma de pressionar a vítima a quitar os valores exigidos. Há indícios de que o veículo dela foi subtraído pelos investigados e utilizado como garantia do pagamento da dívida.
Os investigados poderão responder, em tese, pelos crimes de extorsão mediante sequestro, ameaça, crime contra a economia popular, na modalidade de agiotagem, roubo e associação criminosa.
O nome da operação faz referência ao prazo fatal estabelecido pelos investigados para que a vítima quitasse a dívida.
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STJ AFASTA FALTA GRAVE POR ATO PRATICADO POR VISITANTE
Em decisão liminar no HC 1.124.638/SP, o STJ afastou a falta grave atribuída ao apenado após sua companheira ser flagrada, durante a revista de ingresso no estabelecimento prisional, com entorpecentes.
O fundamento foi claro: não havia elementos concretos que demonstrassem que o apenado tinha conhecimento, solicitado, participado ou colaborado com a entrada da droga.
Para o STJ, a mera apreensão da droga com a visitante, ainda que ela seja companheira do preso, não é suficiente para presumir sua autoria ou conluio.
A Corte aplicou o princípio da intranscendência penal, previsto no art. 5°,
°, XLV, da Constituição Federal: a sanção não pode ultrapassar a pessoa a quem é atribuída a conduta.
Ponto de atenção: a materialidade da infração praticada pela visitante não se confunde com a autoria da falta grave pelo apenado.
E mais: a Súmula 526/STJ, ao dispensar o trânsito em julgado para o reconhecimento da falta grave decorrente de crime doloso, não afasta a necessidade de comprovação da autoria ou participação do sentenciado.
No caso, o STJ concluiu que, ausente prova concreta da participação do apenado, era inviável a homologação da falta grave, determinando também o afastamento de seus consectários legais.
Fonte Redes Sociais :
Antes de ser preso após se apresentar como juiz de direito durante uma abordagem policial em São Bernardo do Campo, na Grande São Paulo, Selmo dos Santos Pereira, de 53 anos, já chamava a atenção de colegas na Faculdade de Direito onde estudava.
Segundo dois estudantes ouvidos pelo Metrópoles, Pereira tinha um comportamento considerado “exótico” e costumava aparecer na instituição com visuais diferentes. Entre os hábitos que mais chamavam a atenção, estava o uso de perucas que, segundo um dos colegas, ele chegava a trocar ao longo da mesma semana.
O guarda-roupa também variava bastante. “Ele tinha um estilo exótico, às vezes usava terno completo, outras vezes ia com kits esportivos completos, moletom, algumas roupas do Corinthians de vez em quando”, afirmou um dos relatos. Ele também costumava usar uma faixa na cabeça.
Apesar do visual chamativo, os colegas descrevem Pereira como uma pessoa comunicativa. Segundo um dos estudantes, Selmo “sempre foi conversador, do tipo que sai falando com todo mundo e fazendo amizades”.
O comportamento em sala de aula, porém, era mais controverso. Conforme o relato de um colega que estudou com ele, Pereira falava em tom muito alto e chegou a discutir com professores.
Os relatos ajudam a traçar o perfil do homem que, segundo a Polícia Militar (PM), afirmou ser juiz de direito durante uma abordagem na noite de segunda-feira (31/8).
Pereira foi abordado pelos PMs depois que os agentes viram uma Land Rover Evoque preta deixar um estacionamento em velocidade considerada incompatível com a via.
Fonte Metrópoles :
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Fonte Site :
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