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Aumentou em mais de 120% , As mortes de crianças , jovens e adolescentes , Por Parte De Ações Policiais , Aumento de mortes de jovens pela polícia de SP levam entidades a cobrar medidas
O aumento expressivo no número de crianças e adolescentes (10 a 19 anos) mortos por policiais militares no estado de São Paulo tem gerado forte reação de entidades de direitos humanos, que cobram medidas urgentes de controle e transparência.
Dados indicam que, entre 2022 e 2024, as mortes de jovens por policiais militares no estado mais que dobraram, registrando um crescimento de 120%. Em 2024, 77 crianças e adolescentes nessa faixa etária morreram em intervenções policiais, contra 35 em 2022.
Pontos principais do cenário atual:
Perfil das Mortes: Em 2024, a letalidade policial foi responsável por 34% de todas as mortes violentas de jovens na faixa etária mencionada, representando uma em cada três mortes desse grupo.
Câmeras Corporais: O aumento coincide com a implementação de um novo modelo de câmeras corporais pela Secretaria de Segurança Pública de São Paulo, que deixou de gravar de forma ininterrupta, além de relatos de ocorrências sem gravação, especialmente no segundo semestre de 2025.
Entidades cobram medidas: O Instituto de Referência Negra Peregum, em parceria com a Uneafro Brasil e a Rede Liberdade, protocolou uma Ação Civil Pública (ACP) em dezembro de 2025 para tentar frear a violência contra crianças e adolescentes. A consultora jurídica da Peregum relatou dificuldades judiciais, com pedidos de tutela de urgência negados em dezembro e março de 2026.
Redução da Fiscalização: Relatórios apontam uma redução de 46% no número de conselhos de disciplina para julgar policiais e maior dependência de autorização do subcomandante para o afastamento de agentes envolvidos em casos de violação de direitos humanos.
A Secretaria de Segurança Pública de São Paulo afirma que não compactua com excessos e puni desvios com rigor. O governo alega que 550 policiais foram presos e 364 demitidos ou expulsos desde 2023. No entanto, a letalidade policial no estado, no total geral, continuou em trajetória de aumento em 2025, atingindo o terceiro ano consecutivo de alta.
O aumento da letalidade, segundo especialistas, não se limita às câmeras, mas envolve falhas na supervisão e responsabilização policial.
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